A PVDI tem sua origem em 1960, vinculada ao escritório de arquitetura e design M+N+P, formado por Aloisio Magalhães (1927-1982), Luiz Fernando Noronha e Artur Lício Pontual.
Ainda em 1960, a PVDI é pioneiramente fundada por Aloisio Magalhães, antes da inauguração da primeira escola de design do Brasil, a ESDI, no Rio de Janeiro, da qual ele foi um dos fundadores em 1963.
Iniciam-se as atividades precursoras da então desconhecida atividade do design. A equipe do escritório começa a tomar corpo.
1964 foi criado o símbolo do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro, que teve um amplo e diversificado uso popular.
1965: criação do simbolo da Fundação Bienal de São Paulo, com desenho inalterado até os dias de hoje.
1966, Aloisio venceu o concurso do design das cédulas do Cruzeiro Novo, com uma solução gráfica que dificultava falsificações.
1969 foi criada e implantada em Londres a identidade visual da International Coffee Organization.
1970 foi criada a imagem da Souza Cruz Cigarros.
O design brasileiro começa a se impor, tanto pela maior abrangência dos projetos quanto pela proliferação das escolas de nivel superior voltadas para a formação de profissionais nessa atividade era o "Brasil Grande".
Empresas e instituições públicas ou privadas solicitam projetos de imagem corporativa de médio e grande portes: Petrobras Distribuidora, Furnas Centrais Eletricas, Caixa Economica Federal, Banco Central, Banco Nacional, Copersucar, Comgas, etc.
1970 fizemos a criamos a identidade visual da Petrobras Distribuidora, primeiro projeto de imagem com implantação em âmbito nacional. Na sua apresentação a PVDI alertou a holding que o BR tinha potencial para posteriormente tambem identificá-la. Em 1995, 25 anos após, o BR é assumido como símbolo do Sistema Petrobras.
1976: a implantação do uniforme laranja dos garis da COMLURB - cia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro- diminui significativamente o número de atropelamentos desses profissionais.
Também em 1976, propusemos a adoção da cor branca num projeto de embalagem para o açúcar União. Na época, todas essas embalagens eram impressas em papel kraft e em cores escuras. Foi uma batalha bem sucedida: hoje, 30 anos depois, o visual desse produto mantém-se inalterado, e carro chefe de uma série de produtos concorrentes que imitam o seu visual branco / vermelho / verde.
Ainda em 1976, já com a participação de Rafael Rodrigues e Joaquim Redig como sócios, uma iniciativa de Aloisio, transforma o escritório em PVDI PROGRAMAÇÃO VISUAL DESENHO INDUSTRIAL LTDA.
Em 1981 Joaquim se retira da sociedade, que passa a contar com Nair de Paula Soares como sócia, juntando-se a Aloisio e Rafael.
Aloisio Magalhaes falece em 1982.
Na realidade de maior competitividade no design brasileiro a PVDI se mantém precursora, atuando no redesign de imagens empresariais (a exemplo de 1982 com o projeto de revitalização do BR Distribuidora, atrelado a uma nova ambientação para seus postos, onde o design da bomba cilindrica foi premiado).
Durante essa década também foram criados e normatizados sistemas de sinalização para grandes massas como por exemplo os da ciidade do Rio de Janeiro e do Metrô de São Paulo.
Mantivemos latente nossa característica de atuação nacional, especialmente em projetos de identidade visual e com caráter normativo: Grupo Gerdau, Banco Econômico, Banco Boavista.
Na área de impressos fiduciários, desenvolvemos um amplo know-how em todas as suas facetas: cautelas, ações, talonários de cheques e cartões de crédito.
Com a globalização, o grande desafio continuou sendo a renovacao das nossas idéias, mantendo latente nosso binômio "tradição com contemporaneidade".
Incrementamos nossa instrumentação técnica para também atuar no campo da mídia eletrônica, criando o visual de sites, CD-ROMs e vídeos.
Paralelamente, criamos projetos de imagem para as agíncias reguladoras ANATEL e ANEEL.
Desenvolvemos significativamente a nossa atuação na área editorial cultural, criando projetos gráficos para exposições, catálogos e livros de arte, dentre os quais se destaca uma coleção de livros para os Museus Castro Maya.
Criamos a identidade visual e um sistema de mobiliário urbano para a cidade de Vitória, aumentando a nossa experiência nessa importante área de atuação do design.
Ficamos orgulhosos ao sermos informados que, em 1998, com a implantação da nova embalagem do Café Cafuso, a Realcafe teve um aumento de 50% nas vendas desse produto, valorizando a sua marca.
1997 Mariana Rodrigues se integra à sociedade, juntando-se a Rafael Rodrigues e Nair de Paula Soares.
Os projetos de identidade corporativa evoluem para uma abordagem de branding, e com a adoção de procedimentos analiticos, ampliando as as áreas de negócio das empresas.
2000 foi criada a Identidade Visual do Grupo ALGAR com a formulação de uma imagem global, com caráter sistêmico e contemplando a identidade visual de todas as suas empresas.
2001 recebemos o premio Jabuti, na categoria de projeto gráfico, com as 12 capas da Coleção Thomas Mann.
2002 a identidade visual da Cultura Inglesa tornou-se um "case" pois nela houve uma ruptura dos tradicionais ícones heráldicos utilizados em cursos de inglês. Em pouco tempo de veiculação sua marca adquiriu significativo reconhecimento pelo seu público externo e interno.
Ainda em 2002, Carlos Lauria se integra à sociedade juntando-se a Rafael Rodrigues, Nair de Paula Soares e Mariana Rodrigues.
2003 criamos e sistematizamos da imagem da SATA, projeto de grande visibilidade nos aeroportos brasileiros, cuja solução foi alavancada em pesquisas.
Encaramos nessa época projetos com desafios gráficos e físicos peculiares, como o painel do hall de andar da ABL.
Mariana Rodrigues falece em fevereiro de 2003.
2004, atuamos num amplo projeto de cunho social sinalizando hospitais e postos de saúde, caracterizando todos os programas da Secretaria de Saúde da cidade do Rio de Janeiro.
No mesmo ano Flávio Soares, Claudia Cohen e Joana de Paula Soares se integram à sociedade.
2005: criação da imagem da cidade de Ouro Preto, gerando assinaturas de setores e/ou eventos, além da criação de uma "griffe" particularizada para essa cidade que recebeu o título de patrimônio da humanidade pela Unesco.
Ainda em 2005 fizemos a coordenação editorial e projeto gráfico do livro comemorativo dos 20 anos do BM&F, editado em 3 meses, numa bem sucedida gestão dos prazos dos projetos.
2006 criamos o design do Prêmio Rubem Molina, incluindo sua marca e seu troféu, além do seu vídeo de lançamento.
Recentemente redesenhamos a imagem corporativa do IBEU - Instituto Brasil Estados Unidos, desenvolvida com abordagem estratégica, propondo a adoção da expressão "inglês global" sempre acoplada à marca.
Criamos a imagem da Vila dos Jogos Panamericanos de 2007, motivo de orgulho para nós devido a sua formulação: contemporânea, atlética, carioca e universal.
Foi lançado no final de 2006 o Livro Margaret Mee, contendo 260 imagens do trabalho da artista. Criamos no mesmo ano um livro sobre os 30 anos de engenharia da Petrobras e os livros Tesouro Nacional e Mesas do Planalto.
Fidelidade de bons clientes: Editora Nova Fronteira - 7 anos, Museus Castro Maya - 20 anos, Agenco Engenharia - 20 anos, Dannemann Advogados - 30 anos, além da Petrobras - 36 anos.
PVDI DESIGN, contemporaneidade desde 1960.
Nair de Paula SoaresDiretora Técnica